APRESENTAÇÃO
Nem sempre eu escrevo histórias; às vezes, sofro.
Aqui ficam algumas escritas feitas quando eu simplesmente não consigo escrever.
Há dias em que quero escrever, outros em que não consigo e, nestes, eu fico a gemer.
2022/setembro/01
Tenho que escrever, preciso escrever, fico angustiada por não escrever.
Mil projetos e nenhum realizado.
Tenho que escrever, escrever, escrever.
Você escreve para desabafar? Para se conhecer? Para ficar famosa? Ocupar o tempo?
Dane-se essas perguntas, danem-se quem as faz.
Quero apenas escrever.
Me deleito ao escrever.
Como diria Fernando Pessoa: “não sou nada e nada serei”, então vou escrever e ponto final.
Depois do velório, todos os meus arquivos serão deletados e esse será o fim dos meus sentimentos transbordados.
E porque não é nada e para nada, eu escrevo.
Para os mais insistentes, digo: sim, escrevo por todos os motivos acima e mais alguns que esqueci de citar…
Então vamos, que quero escrever hoje.
Porque, pela minha “mansarda”, vi uma cena inusitada...
( Início da crônica MANSARDA )