Conto Breve · Prosa

A Obra

Imagem: composição visual criada por IA GPT a partir de conceito autoral

Prosa

Querida Belinha,

Foto da autora

Imagem fiel do recadinho da vovó Frau para Belinha.

Prosa

DOIS ESTRANHOS

Fotografia autoral de Rita Marília

Prosa

Notícia Urgente

Imagem: Composição visual criada por IA Gemini a partir de conceito autoral

Poema · Prosa

Chá das Cinco

Imagem: composição visual criada por IA a partir de conceito autoral

Saudades!

Fragmentos · Prosa

Mistério


Fragmentos · Prosa

Tristeza

Imagem: Composição visual criada por IA a partir de conceito autoral.

Prosa

Nasceram um para o outro

Nasceram um para o outro e juntos construíram uma vida perfeitamente perfeita.
Prosa

Blumenau (1850 – 1950): A História quase perdida

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 “ Deixai qualquer esperança, vós que entrais ” – Dante.

Blumenau – 110 pessoas chegaram…

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Quem eram essas 110 pessoas para além…

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… além do que poderíamos ver na carne?

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PS. “Rogamos às pessoas que receberem o presente número de jornal e não tiveram a vontade de ler, o obséquio especial de devolvê-lo”.

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Texto inspirado na obra “Colônia de Blumenau no Sul do Brasil” – 1ª edição 2019 e Filme baseado no livro homônimo, de Gilberto Schmidt-Gerlach, Bruno Kilian Kadletz e Marcondes Marchetti .

Prosa

APRESENTAÇÃO

Era uma vez uma grande explosão de amor.
Era uma vez uma criança que brincava de lojinha.
Era uma vez uma menina que morava na imaginação e sonhava no compasso do relógio.
Era uma vez uma mulher que aprisionou as palavras e as imagens, por longos anos.
Era uma vez uma vida feita com mais de 22 mil dias.
Mas agora não mais “Era uma vez”…
Palavras e imagens não eram uma vez mas, o reinventar da vida eternamente.
Pensando assim quero mostrar meu olhar através da fotografia e da palavra.
A fotografia contemplativa tem me  mostrado que é possível romper-se com as formas tradicionais de olhar e, desprendendo-se do belo padronizado,  encontrar emoção e beleza em cenas triviais que, muitas vezes, estão bem próximas de nós.
A palavra, em mim, é instrumento para me multiplicar quando sou abduzida pela contemplação. E ela vem em infinitas formas. O Haikai e a poesia chinesa despertam em mim este momento onde o quase nada reverbera em uma profusão de emoções translúcidas.
Por talvez ainda morar na imaginação e sonhar no compasso do relógio, estou aqui, nesta plataforma, que nada mais é do que morar numa imaginação no compasso de um grande relógio, brincando de lojinha para explodir de amor.
“Era uma vez”… morava na imaginação e sonhava no compasso do relógio
Meu nome é Rita Marília Tomaschewski Signorini, nasci em 1955 e moro em Florianópolis (SC). Sou presa ao mar porque talvez nasci em Rio Grande(RS), e pretendo jamais me separar dele.
Escrever e fotografar sempre estiveram em mim como apaziguadores dos meus devaneios.