Poema Infantil

Pão pão barrigão

Um conselho antigo transformado em brincadeira. Neste pequeno poema, a voz da vovó atravessa o tempo com humor e ritmo, lembrando que até um simples pão quentinho pode virar motivo de riso. Um texto para ser lido em voz alta — e, quem sabe, acompanhado de um “barrigão” improvisado.
Imagem: Composição visual criada por IA a partir de conceito autoral
Poema

Olhos Seus

Prosa

Nasceram um para o outro

Nasceram um para o outro e juntos construíram uma vida perfeitamente perfeita.
Prosa

Tristeza

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Poema

Expia

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Poema

Haikai ao Luar

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Poema

Castigo

Castigo é ter ou não ter?
Poema

Haikai da Pedra

Poema

Cacto

Poema

Doação

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Poema

Entre Pedras e Penas

Há encontros que não são planejados — acontecem.
Um poema chama outro. Uma pedra chama um caminho. Uma pena pousa onde antes havia obstáculo. O que começou como diálogo com vozes que admiro tornou-se percurso próprio. Percebi que os três textos não estavam lado a lado por acaso: eles se movem. Do peso à leveza. Da lembrança à escrita. Do tropeço à maturidade. Hoje assumo essa travessia. Entre pedras e penas, a palavra segue. E não tropeça.

Poema

Kalu

 

Poema

Vestido Verde

Poema

Nós

Poema

Qualquer Coisa

Poema

O Canto do Galo

Também na Revista eletrônica “Escritores do Brasil” número 5, à pagina 73 editada em 30.07.2019
Segue link: Leia aqui

Poema

TATALAR

Imagem feita por IA

Poema

Santantonio

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Poema

Passos Pequenos

Poema

Vovô e a Uva

Imagem: composição visual criada por IA a partir de conceito autoral

 

25.10.2016

A poesia também foi editada à pagina 19 do Suplemento Literário A ILHA
número 144 de março/2018 – Ler Mais

Poema

Desfrute

Imagem: composição visual criada por IA a partir de conceito autoral.

Feliz por ter sido incluído na revista “Chicos” conforme mensagem recebida

“Olá Rita,
teu poema chegou a Cataguases MG, pelo  Fernando Abritta com a sugestão de publicação numa e-zine chamada Chicos que mantemos cá na terrinha. Li e gostei. Prontamente acatei a sugestão de publicá-lo. Só circulamos pela internet. ..(à págna 25). Segue o link da edição: Ler Aqui
Abraços e bem vinda à Chicos.
Zé Antonio”

Poema

Mulher de Sal

Poema

Lar

Poema

És tu, pro Inferno!

Imagem: Composição visual criada por IA a partir de conceito autoral.

Prosa

Mistério


Poema

Postigo

Prosa

Blumenau (1850 – 1950): A História quase perdida

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 “ Deixai qualquer esperança, vós que entrais ” – Dante.

Blumenau – 110 pessoas chegaram…

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Quem eram essas 110 pessoas para além…

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..

… além do que poderíamos ver na carne?

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PS. “Rogamos às pessoas que receberem o presente número de jornal e não tiveram a vontade de ler, o obséquio especial de devolvê-lo”.

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Texto inspirado na obra “Colônia de Blumenau no Sul do Brasil” – 1ª edição 2019 e Filme baseado no livro homônimo, de Gilberto Schmidt-Gerlach, Bruno Kilian Kadletz e Marcondes Marchetti .

Prosa

APRESENTAÇÃO

Era uma vez uma grande explosão de amor.
Era uma vez uma criança que brincava de lojinha.
Era uma vez uma menina que morava na imaginação e sonhava no compasso do relógio.
Era uma vez uma mulher que aprisionou as palavras e as imagens, por longos anos.
Era uma vez uma vida feita com mais de 22 mil dias.
Mas agora não mais “Era uma vez”…
Palavras e imagens não eram uma vez mas, o reinventar da vida eternamente.
Pensando assim quero mostrar meu olhar através da fotografia e da palavra.
A fotografia contemplativa tem me  mostrado que é possível romper-se com as formas tradicionais de olhar e, desprendendo-se do belo padronizado,  encontrar emoção e beleza em cenas triviais que, muitas vezes, estão bem próximas de nós.
A palavra, em mim, é instrumento para me multiplicar quando sou abduzida pela contemplação. E ela vem em infinitas formas. O Haikai e a poesia chinesa despertam em mim este momento onde o quase nada reverbera em uma profusão de emoções translúcidas.
Por talvez ainda morar na imaginação e sonhar no compasso do relógio, estou aqui, nesta plataforma, que nada mais é do que morar numa imaginação no compasso de um grande relógio, brincando de lojinha para explodir de amor.
“Era uma vez”… morava na imaginação e sonhava no compasso do relógio
Meu nome é Rita Marília Tomaschewski Signorini, nasci em 1955 e moro em Florianópolis (SC). Sou presa ao mar porque talvez nasci em Rio Grande(RS), e pretendo jamais me separar dele.
Escrever e fotografar sempre estiveram em mim como apaziguadores dos meus devaneios.